Os leitores têm todo o direito de perguntar, neste ponto: “Como podemos fazer um trabalho de gestão empresarial melhor?”. Mesmo que eu tivesse todas as respostas — e não tenho — um artigo não seria longo o suficiente para oferecer uma resposta satisfatória. Isso exigiria um livro; e mesmo assim, cada empresa ainda teria que descobrir os métodos mais adequados aos seus próprios negócios. Portanto, se os leitores me permitirem, apresentarei uma série de etapas — esboçadas com a maior leveza — que considero altamente eficazes em situações empresariais reais, pelo menos como abordagens iniciais. Especificamente: Análise — Aqui, o gestor precisa conhecer os fatos.
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Ele precisa identificar: As oportunidades e os custos reais dos produtos. As contribuições potenciais de diferentes atividades da equipe. Os centros de custos economicamente significativos. Alocação — Aqui, o gestor precisa alocar recursos de acordo com os resultados esperados. Para isso, ele precisa saber: Como os recursos são alocados agora. Como os recursos devem ser alocados no futuro para dar suporte às atividades de maior oportunidade. Quais passos são necessários para ir do que é ao que deveria ser . Decisão — O gestor deve estar preparado para dar o passo mais doloroso de todos: decidir sobre os produtos, atividades da equipe ou áreas de custo que geram desordem em vez de gerar oportunidades e resultados. Naturalmente, recursos produtivos de qualquer magnitude ou potencial nunca devem ser alocados a esses recursos. Mas quais devem ser abandonados por completo? Quais devem ser mantidos com o mínimo de esforço? Quais poderiam ser transformados em grandes oportunidades, e quanto custaria tal mudança?