A história da reforma dos cuidados com a saúde tem caracterizado uma sucessão de “soluções” limitadas, muitas delas impostas. Os componentes da agenda estratégica não são teóricos nem radicais. Todos já estão sendo implementados em graus variados em organizações que vão desde centros médicos acadêmicos de ponta até hospitais comunitários de rede de segurança. Nenhuma organização, no entanto, implementou ainda a agenda de valor completa em toda a sua prática. Toda organização tem espaço para melhorar o valor para os pacientes — e sempre terá. Organize-se em Unidades de Prática Integrada (UPIs) – No cerne da transformação de valor está a mudança na forma como os médicos se organizam para prestar cuidados. O primeiro princípio na estruturação de qualquer organização ou negócio é organizar-se em torno do cliente e da necessidade.
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Na área da saúde, isso exige uma mudança da atual organização compartimentada por departamentos especializados e serviços específicos para uma organização em torno da condição médica do paciente. Chamamos essa estrutura de unidade de prática integrada. Em uma UTI, uma equipe dedicada, composta por profissionais clínicos e não clínicos, fornece o ciclo completo de cuidados para a condição do paciente. As UTIs não tratam apenas de uma doença, mas também das condições, complicações e circunstâncias relacionadas que comumente ocorrem com ela — como distúrbios renais e oculares para pacientes com diabetes ou cuidados paliativos para aqueles com câncer metastático. As UTIs não apenas fornecem tratamento, mas também assumem a responsabilidade de envolver os pacientes e suas famílias no cuidado — por exemplo, fornecendo educação e aconselhamento, incentivando a adesão aos protocolos de tratamento e prevenção e apoiando mudanças comportamentais necessárias, como parar de fumar ou perder peso.

Dr Stéfano Fiúza – Cirurgião de Cabeça e Pescoço
Visc. de Pirajá, 303 – 9º Andar – Ipanema, Rio de Janeiro – RJ, 22410-001
(21) 99402-4000

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